Governo está construindo mais 1,9 mil moradias pelo Minha Casa Minha Vida
O Minha Casa Minha Vida está recebendo cada vez mais unidades novas e, dessa vez, o governo já confirmou mais 1,9 mil moradias.
O Minha Casa Minha Vida representa uma das mais importantes políticas habitacionais já criadas no Brasil. O programa tem como principal objetivo reduzir o déficit habitacional e garantir moradia digna para milhões de famílias em situação de vulnerabilidade social.
Desde sua criação, milhares de unidades já foram entregues em todo o território nacional, beneficiando brasileiros em áreas urbanas e rurais. Além disso, o programa fortalece a economia, pois movimenta setores da construção civil e gera empregos diretos e indiretos.
Outro ponto de destaque está no impacto social, já que a posse da casa própria traz mais segurança, estabilidade e perspectiva de futuro para as famílias contempladas. Dessa forma, compreender o alcance e os novos investimentos do Minha Casa Minha Vida torna-se fundamental para avaliar sua relevância.

Neste artigo, você vai ver:
Governo anuncia novas 1,9 mil unidades do Minha Casa Minha Vida
O governo federal anunciou, entre os dias 18 e 25 de agosto, o início de novas obras habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida. Ao todo, serão entregues 1.990 unidades, distribuídas em 42 empreendimentos espalhados por diferentes regiões do Brasil.
O foco principal dessas construções está voltado para famílias enquadradas na Faixa 1, ou seja, aquelas com renda mensal de até R$ 2.850. No Nordeste, Recife deu início às obras. O Residencial Caiara II contará com 192 moradias, enquanto o Residencial Engenho do Meio terá 128 unidades.
Ainda na região, no município de Euclides da Cunha, na Bahia, começou a construção do Residencial Amazônia, que disponibilizará 150 moradias para a população local. Essas iniciativas reforçam o compromisso do programa em atender famílias que mais necessitam.
No Centro-Oeste, a capital Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, iniciou as obras do Residencial Protótipo Sustentável Manoel de Barros, com 164 unidades. Quem quiser participar precisa se atentar às regras e elegibilidade.
Já em Minas Gerais, no Sudeste, duas cidades tiveram obras iniciadas: em Belo Horizonte, o Residencial Jardim do Vale prevê 150 moradias, enquanto em Juiz de Fora, o Lote Bom Jardim contará com 48 unidades ao final da construção.
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Quais as faixas do Minha Casa Minha Vida?
O programa Minha Casa Minha Vida organiza os beneficiários por faixas de renda, com o objetivo de direcionar adequadamente os subsídios e garantir que as famílias mais vulneráveis recebam prioridade. Na modalidade urbana, as faixas de renda estão organizadas da seguinte forma:
- Faixa 1: destinada a famílias com renda de até R$ 2.850 por mês.
- Faixa 2: destinada a famílias com renda de até R$ 4.400 mensais.
- Faixa 3: destinada a famílias com renda de até R$ 8 mil mensais.
- Faixa 4: recentemente incluída, atende famílias com renda de até R$ 12 mil mensais.
Já na modalidade rural, a divisão ocorre de maneira diferente, contemplando agricultores e trabalhadores do campo:
- Faixa 1 Rural: destinada a famílias com renda anual de até R$ 31.680.
- Faixa 2 Rural: destinada a famílias com renda anual de até R$ 52.800.
- Faixa 3 Rural: destinada a famílias com renda anual de até R$ 84 mil.
Essas categorias permitem que o programa atenda diferentes perfis, desde famílias em situação de extrema vulnerabilidade até aquelas que, apesar de uma renda mais elevada, ainda enfrentam dificuldades para adquirir a casa própria. Essa flexibilidade fortalece o alcance do Minha Casa Minha Vida.
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Como se inscrever para receber a moradia?
O processo de inscrição no Minha Casa Minha Vida segue etapas claras e acessíveis para garantir que os beneficiários sejam escolhidos de forma justa. A primeira condição é estar inscrito no Cadastro Único, já que essa base de dados reúne as informações socioeconômicas utilizadas para avaliar a elegibilidade.
Em seguida, a seleção ocorre de acordo com critérios estabelecidos pelo governo federal. Entre os critérios, destacam-se a renda familiar, a condição de vulnerabilidade social e a presença de grupos prioritários, como famílias chefiadas por mulheres, PcDs e famílias em situação de risco.
Após a seleção, as famílias contempladas recebem a confirmação da aprovação e participam da assinatura do contrato habitacional. Esse contrato formaliza a participação no programa e assegura o direito à moradia.
Com isso, as famílias passam a contar com a segurança da casa própria, conquistando não apenas um espaço físico, mas também a oportunidade de construir um futuro mais estável. Dessa forma, o Minha Casa Minha Vida se consolida como uma das principais políticas sociais do país.